sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Falece na manhã de hoje (26) a Senhora Izaltina Fiálho na cidade de Olho D’água

A Senhora Izaltina Batista Fiálho de 78 anos de idade, residente à Rua Fausto de Almeida Costa no centro da cidade, morava sozinha, pois, para além, das dietas exigidas pela vida moderna para correção da estética e vaidade de beleza, uma das características de Dona Izaltina, aparentava boa saúde, apesar dos anos já vividos e trabalhos exercidos pela sobrevivência e criação de uma família de 10 filhos, com disciplina e educação.

Uma grande mulher, que depois de casar todos os seus filhos morava sozinha, por exigência própria e demonstração de independência físico-financeira, pois administrava sua vida e seus bens com muita dedicação, o que não permitia como atitude dos filhos, mais do que colaboração para que tudo caminhasse de forma estável.

Era quarta-feira (24), quando por volta de 20h30min, D. Izaltina deitava numa rede e por um descuido talvez, se despencou ao chão. A sentir dificuldades para levantar arrastou-se até a área da sua residência e chamou o seu vizinho Costinha, que prestou-lhe socorro e avisou para seus filhos que urgentemente levaram ao Hospital Regional de Patos.

Após exames e radiografias, fora diagnosticado fraturas no fêmur, próximo à bacia e por decisão da família conjuntamente a equipe médica a removeram para a cidade de Campina Grande, um centro mais equipado, onde a própria paciente no dia de ontem confessava para os filhos, sentimento de segurança para submeter-se à cirurgia que seria necessária para a sua recuperação.

Entrava confiante na sala de cirurgia acompanhada pela filha e enfermeira Varileide, no final da tarde de ontem, mas, após a cirurgia estava Varileide impacientemente a esperar o retorno na anestesia e ao chamar a equipe cirúrgica mencionando o retorno tardio fora constatado o óbito da paciente.

Olho D’água recebera a notícia com grande tristeza e o Paraíba Urgente se confraterniza com a família e com toda Olho D’água, onde todos se conhecem e choram essa perda de hombridade humana, que certamente deixará uma vacância numa comunidade tão unida e que o amor e o respeito mútuo ainda é cultivado.



FONTE: Rita Bizerra, do Paraíba Urgente

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