sábado, 23 de outubro de 2010

Cronograma da Seca

Têm-se notícias de que as primeiras secas foram mais causticantes, em razão de maior descaso dos governantes maiores do nosso País. E, até por falta de pedido de socorro.
Segundo comenta-se oralmente, que o nordestino foi acudido com assiduidade em primeira mão, pelo então governante José Américo de Almeida, quando, vindo de uma viagem do sul do País, em um avião, que mesmo por conseqüência não sabida, foi retirado de rota, e o piloto sem domínio, avisa para os tripulantes a que estão submetidos.
Sendo, José Américo de Almeida, um dos tais. Faz uma prece com Nossa Senhora: “Se me salvar Senhora, nossa Mãe. Farei o possível para amenizar a dor dos que têm fome no Nordeste”. E, daí, partiram as primeiras medidas paliativas em prol do flagelado da seca.
Porém, limitando a referenciar-me à existência populacional do nosso chão, apresento-lhe o seguinte cronograma da seca vivenciada pelos habitantes da nossa terra:

As Secas e suas conseqüências

Fazendo parte do semi-árido brasileiro, infelizmente este é um fenômeno a se considerar.
Em um contorno generalizado, a seca seria a falta de chuvas, que gera a falta de água, e conseqüentemente leva toda a população a sentir de perto o fervor da sede, da fome... O que não acontece com o semi-árido nordestino por inteiro, e que um dia terá sua definição esclarecida, e melhor, sua solução definitiva.
Na realidade, a Seca não é um problema vivenciado pela população olhodaguense, mas, uma série de problemas, gerenciados por ela, afligindo o nosso rincão. Somos afetados em todos os aspectos por força desse mal. 

ØNa Agropecuária
Sem a chuva, não se planta,
Não se colhe, nem se cria.
O regresso se instala, se amplia.
Morticínio no rebanho, na família.
Dá ao nortista, o desânimo, a agonia.

Veem a perda da sua fauna e da flora
Estressado, ele lamenta. E agora!
Meu senhor decidirás minha vida!
Devo ir pra muito longe, pra salvar-me.
Tentarei inda salvar minha família.
Despedindo-se, faz a mala e vai embora.

ØNo Comércio
A seca no comércio é um arraso
Pouca oferta e procura no mercado
Sobem os preços e o capital é falho
As prateleiras apresentam seus buracos;
Gera a dívida, a inadimplência e o fiado,
A falência a imprudência e o desagrado.

      Ø Na Indústria
     Faltou a cana o mel e a rapadura
      Nos engenhos que se foram ou são ruínas
      A farinha há muitas décadas foi embora
      Suas casas de moagem, nem mais existem.
      Nossa indústria se resume na cerâmica,
      Pois, da lama é que ela sobrevive.

     ØNa Educação
    
      As crianças rendem pouco na escola
      Pois, a fome, a inquietude lhe apavora.
      Muitos deles, nem a escola freqüentam.
      O que o levam, em muitos casos à delinqüência.
      À ignorância, sendo menor conseqüência.
      E, contudo, torna-se um ser imprudente.

      Ø Efeitos Sociais
     
A população é empobrecida
      Desemprego, epidemia e miséria,
      Mão-de-obra excedente e barata,
      Epidemia, fome e mendicância,
      Desnutrição, sede e falta de higiene,
      Contágio, prostituição e violência.

Indolência, roubos e assaltos,
Vícios, homicídios e emigração.
Uns se mudam do campo pra cidade,
Outros fogem da seca do sertão
Desagregam da sua própria família
E se mudam para outra região.

Injustiças, exploração no trabalho,
Invasões à feira livre e aos comércios.
Avoluma-se a população da cidade
Sufocando-se, se estressam e se tropeçam.
Estes são os efeitos sociais,
Promovidos pela seca do Nordeste.

Solo

Em nosso município, predominam associações de solo com fertilidade natural variando de alta a média, com uso limitado devido à falta de água, apresentando por vezes pedregosidade na superfície e um acentuado fendilhamento (rachaduras) durante o período seco; solos pouco desenvolvidos, muito raros, acentuadamente drenados, bastante erodíveis e com restrições ao uso agrícola devido principalmente a pouca profundidade (solos litólicos); solos pouco profundos, areno-argilosos, com elevados teores de sódio, mal drenados, suscetíveis à erosão, que apresentam deficiência de água e com média fertilidade natural, e solos minerais bem desenvolvidos, profundos, areno-argilosos, em geral bem drenados, com grande percentagem de cascalhos em sua constituição. Apresenta uma topografia de média ondulação a ligeiramente plana, há afloramento de rochas na superfície, com vocação para explorações e agropecuária, apresentando como cores mais comuns Bruno escuro, Bruno avermelhado e Bruno avermelhado escuro.

Utilização - Nosso solo é bastante utilizado para o cultivo agrícola (algodão, feijão, arroz e milho) e principalmente para a pecuária.
As áreas de cascalho são identificadas com a cotonicultura (cultura do algodão) geralmente consorciada com milho e feijão, em média de 30% da superfície. O restante encontra-se coberto por vegetação natural, sendo utilizada como pastagem para pecuária extensiva.

Vegetação

Em Olho D’água acentua-se a Vegetação do Sertão Paraibano, a xerófila, ou seja, plantas adaptadas às condições de seca. Apresenta-se sob as formas de moitas e tufos, sendo abundantes as bromeliáceas e as cactáceas. Podemos citar a existência de três estratos de associações vegetais: o primeiro estrato, constituído de uma mistura de ervas estacionais que vegetam somente no inverno como: o quebra panela, mato-pasto, a gitirana, etc; o segundo estrato é caracterizado por uma multiplicidade de arbusto como o mofumbo, a jurema, o marmeleiro e a jurubeba; e finalmente o terceiro estrato é constituído por espécies arbóreas de floresta caducifólia, como a oiticica, juazeiro, angico, catingueira, baraúna, pau-d’arco, aroeira, umburana e outros vegetais como: mandacaru, facheiro, xiquexique, etc. (26- Coleção de Monografias Municipais – Estudos Realizados pelo IBGE e publicados em 24 de outubro de 1984 – Rio de Janeiro, p. 4).
          
A Atividade criatória de caráter extensivo com utilização da vegetação da caatinga como pastagem natural, bem como a lavoura de algodão e subsistência, vem alterando profundamente as características fitofisionômicas.

Conheçam o Projeto cadastro de fontes de abastecimento por água subterrânea do município

Para conhecer o Projeto supracirtado você deverá abrir o link abaixo:

Relevo e Hidrografia

Localizado na depressão sertaneja do Rio Piranhas e do Rio Piancó, o município de Olho D’água apresenta um relevo constituído por elevações residuais que são caracterizadas por pequenos lajedos e cristais distribuídos distanciadamente, como: serra da serrota, serra do cedro e serra do vento, serrote do trombeta, serrote do baião e outros pequenos serrotes, de denominação particular do proprietário.
A rede de drenagem, de caráter temporário, é comandada pelo Rio Jenipapo, que acolhe a Barragem do mesmo nome (buiú), destacando-se seus afluentes principais, os rios do Navio, Pato e os riachos do Curtume, Cedro, Pedra D’água e Arromba, apresentando em seus cursos, numerosos açudes.

Obs.: A Barragem Jenipapeiro com (100.000.000m3).

Clima

De clima muito quente, e semi-árido, Olho D’água pertence a uma região muito seca. Sob baixa latitude, a temperatura média anual é elevada, em torno de 35°C, com amplitude térmica anual de grau bastante elevado. Embora, seu clima seja quente durante todo o ano, vem sofrendo oscilações constantes, alcançando temperatura mínima de até 25°C, máximas superiores a 35° não são muito comuns. A precipitação pluviométrica média anual é baixa entre 335 a 560 mm, sendo mal distribuída ao longo do ano, além da freqüência ser muito irregular ano-a-ano (26, p. 3).
Caracteriza-se, sobretudo por estação pouco chuvosa, com início normalmente em fevereiro, com maior concentração em abril, cerca de 60% dos totais anuais e uma estação de duração variável muito seca, cujas chuvas além de raras, são de pouca intensidade, ficando até mesmo ausentes durante vários meses consecutivos. Assim, durante 8 a 9 meses é muito rara a ocorrência de chuvas. E a necessidade ambiental de água, é tão alta, que o solo se torna muito seco. Pode ocorrer, em certos anos, no período geralmente chuvoso, as chuvas deixarem de cair ou serem muito raras e, conseqüentemente dessa irregularidade, resulta que a estação seca se prolonga por mais de um ano. A umidade relativa do ar é em torno de no máximo 50%.

Limites

É limitado ao norte pelos municípios de Emas e Catingueira; ao sul, pelos municípios de Juru, Santana dos Garrotes e Piancó; ao leste, pelos municípios de Imaculada, Água Branca e Jurú, ao oeste, pelo município de Piancó.

Localização

SITUADO na Mesorregião do Sertão Paraibano e na Microrregião de Piancó. 
            Olho D’água, com área de 650 Km² correspondendo, respectivamente, a 4,96% da área da microrregião e, 1,09% da área do Estado. A sede municipal, a 275 metros de altitude (acima do nível do mar), tem sua posição geográfica determinada pelo paralelo de 7°16’12” de latitude sul em sua interseção com o meridiano de 37°45’00” de longitude oeste.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Extrato Financeiro da Prefeitura de Olho D'água em mês de setembro 2010

OLHO D'AGUA - PB
   
 FPM - FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUNICIPIOS
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 10.09.2010 PARCELA DE IPI 44.811,19C
  PARCELA DE IR 138.873,97C
  RETENCAO PASEP 1.836,84D
  INSS - EMPRESA 58.500,00D
  INSS-PARC-ADM 19.941,22D
  PARC./RET.INSS 8.524,77D
  DEDUCAO FUNDEB 36.737,02D
  TOTAL: 58.145,31C
   
 20.09.2010 PARCELA DE IPI 11.036,83C
  PARCELA DE IR 22.409,06C
  RETENCAO PASEP 334,45D
  DEDUCAO SAUDE 5.016,87D
  DEDUCAO FUNDEB 6.689,17D
  TOTAL: 21.405,40C
   
 30.09.2010 PARCELA DE IPI 6.324,83C
  PARCELA DE IR 94.448,94C
  RETENCAO PASEP 1.007,72D
  DEDUCAO SAUDE 15.116,06D
  DEDUCAO FUNDEB 20.154,74D
  TOTAL: 64.495,25C
   
 TOTAIS PARCELA DE IPI 62.172,85C
  PARCELA DE IR 255.731,97C
  RETENCAO PASEP 3.179,01D
  INSS - EMPRESA 58.500,00D
  INSS-PARC-ADM 19.941,22D
  PARC./RET.INSS 8.524,77D
  DEDUCAO SAUDE 20.132,93D
  DEDUCAO FUNDEB 63.580,93D
   
  DEBITO FUNDO 173.858,86D
  CREDITO FUNDO 317.904,82C
   
 FEP - FUNDO ESPECIAL DO PETROLEO
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 22.09.2010 COTA-PARTE 4.629,03C
  RETENCAO PASEP 46,29D
  TOTAL: 4.582,74C
   
 TOTAIS COTA-PARTE 4.629,03C
  RETENCAO PASEP 46,29D
   
  DEBITO FUNDO 46,29D
  CREDITO FUNDO 4.629,03C
   
 ICMS - DESONERACAO DAS EXPORTACOES LEI 87/96
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 30.09.2010 COTA MENSAL 129,52C
  RETENCAO PASEP 1,03D
  DEDUCAO SAUDE 19,42D
  DEDUCAO FUNDEB 25,90D
  TOTAL: 83,17C
   
 TOTAIS COTA MENSAL 129,52C
  RETENCAO PASEP 1,03D
  DEDUCAO SAUDE 19,42D
  DEDUCAO FUNDEB 25,90D
   
  DEBITO FUNDO 46,35D
  CREDITO FUNDO 129,52C
   
 ITR - IMPOSTO TERRITORIAL RURAL
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 22.09.2010 ITR - ANO 1997 75,00C
  RETENCAO PASEP 0,60D
  DEDUCAO FUNDEB 15,00D
  TOTAL: 59,40C
   
 TOTAIS ITR - ANO 1997 75,00C
  RETENCAO PASEP 0,60D
  DEDUCAO FUNDEB 15,00D
   
  DEBITO FUNDO 15,60D
  CREDITO FUNDO 75,00C
   
 ICS - ICMS ESTADUAL
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 08.09.2010 COTA-PARTE 2.948,66C
  DEDUCAO FUNDEB 589,73D
  TOTAL: 2.358,93C
   
 14.09.2010 COTA-PARTE 3.775,00C
  DEDUCAO FUNDEB 755,00D
  TOTAL: 3.020,00C
   
 21.09.2010 COTA-PARTE 36.660,66C
  DEDUCAO SAUDE 5.499,09D
  DEDUCAO FUNDEB 7.332,13D
  TOTAL: 23.829,44C
   
 28.09.2010 COTA-PARTE 16.919,65C
  DEDUCAO SAUDE 2.537,94D
  DEDUCAO FUNDEB 3.383,93D
  TOTAL: 10.997,78C
   
 TOTAIS COTA-PARTE 60.303,97C
  DEDUCAO SAUDE 8.037,03D
  DEDUCAO FUNDEB 12.060,79D
   
  DEBITO FUNDO 20.097,82D
  CREDITO FUNDO 60.303,97C
   
 FUS - FUNDO SAUDE
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 20.09.2010 ORIGEM FPM 5.016,87C
   
 21.09.2010 REF.ICMS ESTADO 5.499,09C
   
 28.09.2010 REF.ICMS ESTADO 2.537,94C
   
 30.09.2010 ORIGEM FPM 15.116,06C
  REF. LEI 87/96 19,42C
  TOTAL: 15.135,48C
   
 TOTAIS ORIGEM FPM 20.132,93C
  REF. LEI 87/96 19,42C
  REF.ICMS ESTADO 8.037,03C
   
  DEBITO FUNDO 0,00D
  CREDITO FUNDO 28.189,38C
   
 FEX - AUXILIO FINANCEIRO PARA FOMENTO EXPORTACOES
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 17.09.2010 RETENCAO PASEP 3,76D
  FEX-COTA MENSAL 376,68C
  TOTAL: 372,92C
   
 TOTAIS RETENCAO PASEP 3,76D
  FEX-COTA MENSAL 376,68C
   
  DEBITO FUNDO 3,76D
  CREDITO FUNDO 376,68C
   
 FUNDEB - FNDO MANUT DES EDUC BASICA E VLRIZ PROF EDUC
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 02.09.2010 COMPLEM. UNIAO 5.438,99C
  ORIGEM ITR 1,17C
  TOTAL: 5.440,16C
   
 03.09.2010 ORIGEM IPVA 1.140,63C
  ORIGEM ITCMD 62,58C
  ORIGEM ICMS EST 1.812,03C
  TOTAL: 3.015,24C
   
 08.09.2010 ORIGEM ICMS EST 756,32C
   
 10.09.2010 ORIGEM IPVA 973,33C
  ORIGEM ITCMD 8,40C
  ORIGEM IPI-EXP 115,11C
  ORIGEM ICMS EST 1.217,81C
  ORIGEM FPE 27.202,33C
  ORIGEM FPM 19.206,57C
  TOTAL: 48.723,55C
   
 14.09.2010 ORIGEM ICMS EST 968,28C
   
 17.09.2010 ORIGEM IPVA 1.226,33C
  ORIGEM ITCMD 34,92C
  ORIGEM ICMS EST 13.772,39C
  TOTAL: 15.033,64C
   
 20.09.2010 ORIGEM IPI-EXP 28,35C
  ORIGEM FPE 4.953,07C
  ORIGEM FPM 3.497,18C
  TOTAL: 8.478,60C
   
 21.09.2010 ORIGEM ITR 19,31C
  ORIGEM ICMS EST 9.403,35C
  TOTAL: 9.422,66C
   
 22.09.2010 ORIGEM ITR 6,23C
   
 24.09.2010 ORIGEM IPVA 154,46C
  ORIGEM ITCMD 70,55C
  ORIGEM ICMS EST 27.362,39C
  TOTAL: 27.587,40C
   
 28.09.2010 ORIGEM ICMS EST 4.339,84C
   
 30.09.2010 ORIGEM IPI-EXP 16,25C
  ORIGEM FPE 14.923,80C
  ORIGEM FPM 10.537,15C
  ORIGEM LEI87/96 132,88C
  TOTAL: 25.610,08C
   
 TOTAIS COMPLEM. UNIAO 5.438,99C
  ORIGEM ITR 26,71C
  ORIGEM IPVA 3.494,75C
  ORIGEM ITCMD 176,45C
  ORIGEM IPI-EXP 159,71C
  ORIGEM ICMS EST 44.164,62C
  ORIGEM ICMS EST 15.467,79C
  ORIGEM FPE 47.079,20C
  ORIGEM FPM 33.240,90C
  ORIGEM LEI87/96 132,88C
   
  DEBITO FUNDO 0,00D
  CREDITO FUNDO 149.382,00C
   
 SNA - SIMPLES NACIONAL
   
 DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
 22.09.2010 SIMPLES NACION. 5,00C
   
 TOTAIS SIMPLES NACION. 5,00C
   
  DEBITO FUNDO 0,00D
  CREDITO FUNDO 5,00C
   
 TOTAL DOS REPASSES NO PERIODO
   
  DEBITO BENEF. 194.068,68D
  CREDITO BENEF. 560.995,40C

domingo, 17 de outubro de 2010

Quem Somos?

Filhos desta mestiçagem brasileira,
Sangue fúnebre, lícito e escravizado.
Que por ordem, fruto obediente.
N’outro mundo é que somos melhorados.

Deste enlace de raças, somos fio.
Sociável, tenaz, um ser prudente.
Tripartidos pelo ser onipotente,
Entre o físico, a alma e o espírito.

Se, moramos em lares confortáveis,
Casas nobres, cômodas ou ruínas;
Se não temos endereço, nem destino.

Aquecendo-nos em lãs nobres ou farrapos
Sem status, nome ou identidade,
Existimos, e no mundo temos parte.
Rita Bizerra

sábado, 16 de outubro de 2010

Olho D’água hoje:


Olho D’água hoje:
Hoje tenho como Prefeito pelo 2° mandato: 
Francisco de Assis Carvalho, quem me administrou de 01 de janeiro de 1989 à 31 de dezembro 1992, como Chefe Político elegeu todos os prefeitos seguintes, seja no seu partido, coligações e outros processos permitidos na política brasileira, tomando posse para seu 2° mandato, em 1° de janeiro de 2009 e terminará o seu mandato atual em 31 de dezembro de 2012, com direito a concorrer ou não a reeleição em 2012, para o mandato seguinte.
Seu secretariado é:
NOME

PASTA
ELZIR DE CARVALHO CÂMARA

SEC. AGRICULTURA
FLÁVIO LEITE MINERVINO

SEC. ADMINISTRAÇÃO
JOANA SABINO ALMEIDA

SEC. DO BEM ESTAR SOCIAL
JOSÉ LEITE BARRETO

GABINETE DO PREFEITO
MARIA DE FÁTIMA CARVALHO

SEC. INFRA-ESTRUTURA
Mª SOCORRO C. B. SOUZA

SEC. DE SAÚDE
SELMA LÚCIA BESERRA BRASIL

SEC. DA EDUCAÇÃO E CULTURA
CARLOS CHAVES DE ALMEIDA

TESOUREIRO
BRUNO DA NÓBREGA CARVALHO

PROCURADOR GERAL DO MUNICÍPIO


No mês de janeiro de 2009, eu estava com 367 funcionários, sendo 33 deles em cargos comissionados e a minha folha de pagamento tinha um valor de R$ 253.660,07 (duzentos e cinqüenta e três mil, seiscentos e sessenta reais e sete centavos).
Em agosto de 2010, eu estava com 402 funcionários, sendo 46 deles em cargos comissionados e a minha folha de pagamento alcançou o valor de R$ 286.791,87 (Duzentos e oitenta e seis mil, setecentos e noventa e um reais e oitenta e sete centavos.